A FADISTA ANA MOURA, UM DOS TALENTOS MAIS SUBLIMES DA MÚSICA PORTUGUESA NA ATUALIDADE, TEM VÁRIOS ESPETÁCULOS MARCADOS EM PORTUGAL, DURANTE O MÊS DE OUTUBRO E NOVEMBRO. LEITORA ATENTA DA TICKETLINE MAGAZINE E MUITO FELIZ COM O CARINHO QUE TEM RECEBIDO DOS FÃS, SOBE AO PALCO PARA APRESENTAR O SEU MAIS RECENTE PROJETO “MOURA”.

“Moura” é o seu 6º álbum editado e já atingiu a terceira platina no mercado português. Como se sente com este resultado?
Sinto-me imensamente feliz pelo carinho contínuo que o público português tem depositado em mim, principalmente numa altura em que cada vez se vendem menos discos. Julgo também que há um reconhecimento para todos aqueles com quem tenho tido o privilégio de trabalhar como músicos, produtores, entre tantos outros.

Depois de atuar em salas como o Carnegie Hall, o Olympia e o Barbican Centre, não sente que Portugal é muito pequeno para si?
Não, tenho o mesmo respeito e prazer a cantar seja em que sala for. Obviamente que essas são salas míticas e tenho uma grande alegria por já as ter feito, de qualquer forma, Portugal nunca será demasiado pequeno para mim porque é o país onde nasci, vivo, e quero manter uma relação de permanência, afeto e cumplicidade. O ano passado deu mais de 80 concertos, este ano vai pelo mesmo caminho.

Ainda há espaço para mais?
Já tive anos em que me aproximei dos 150 espetáculos, contudo, nos últimos anos, tento ser mais criteriosa e estou bastante satisfeita com o número de espetáculos que tenho atualmente. Não sei o que o futuro me reserva, para já estou satisfeita assim.

O que é que os seus fãs podem esperar a mais nos próximos concertos?
Estamos a preparar para os Coliseus algumas surpresas e novidades, quer ao nível do alinhamento, quer ao nível cenográfico, obviamente que não posso revelar tudo. Terão de vir aos concertos para descobrir.

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