Carlos do Carmo sobe ao palco do Centro Cultural de Viana do Castelo, dia 21 de abril.

Falar de Carlos do Carmo é associar o seu nome ao que de mais genuíno e popular se canta nas ruas de Lisboa, quer seja um simples pregão de varina, um esvoaçar de gaivotas do Tejo ou uma festa popular com sardinha assada. Na sua voz, andam também de mãos dadas a saudade, os amores não correspondidos, a solidão, a primavera com andorinhas e os “putos” deste Portugal e ainda a esperança e o futuro.

Carlos do Carmo é acarinhado pelo público que o respeita e estima, apreciando nele, além das suas qualidades de grande intérprete e comunicador, as de um homem interessado na evolução da música da sua terra, acreditando na evolução do homem na sua globalidade. Os seus mais de um milhão de discos vendidos são prova inequívoca disso mesmo.

Os recitais que fez para televisão fazem parte do arquivo histórico do Fado, sendo reconhecidos pela sua elevada qualidade e pelo sentimento inovador que cada um deles transmite. “Por Morrer uma Andorinha”, “Duas Lágrimas de Orvalho”, “Bairro Alto”, “Gaivota”, “Canoas do Tejo”, “Os Putos”, “Lisboa Menina e Moça”, “Estrela da Tarde” são alguns dos grandes sucessos populares da sua carreira.

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