A história está presente, mas da forma em que a podemos ver e sentir todos os dias nas ruas argentinas.

A Argentina sempre passou por coisas que outros países não passam: levantamento militares, inflação, pilhagens, mudança abrupta de governos, crises terminais, ressureições. Na Argentina de El Baile passa-se tudo ao mesmo tempo durante todo o tempo. É tudo contemporâneo de tudo. Por isso coexistem músicas clássicas e sons atuais, últimos gritos pop e cantos marciais, canais de rádio e canções infantis, canções pimba e a poesia das zambas. Dias 17 e 18 de fevereiro na Culturgest, em Lisboa.

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