Pedro Jóia falou-nos da importância de tocar no Mosteiro dos Jerónimos, do que podemos esperar deste concerto e ainda da sua amizade com Ney Matogrosso. Um espetáculo que vai poder ver e ouvir no dia 26 de junho às 21:30.

Este concerto é especial por ter como palco o Mosteiro dos Jerónimos?
O Mosteiro dos Jerónimos é um lugar emblemático da arquitectura gótica/manuelina portuguesa. Representam um tributo à descoberta de novos mundos pelos portugueses de quinhentos e este concerto, de certa forma, representa a celebração de uma forte amizade de um músico português com um músico brasileiro, representante máximo de uma cultura musical de um mundo novo que revelámos há cinco séculos.

Quais são as suas expectativas para este concerto?
Este vai ser um concerto especial. Vou apresentar o disco de estreia do meu trio e ter o enorme prazer de voltar a tocar com o Ney, com quem toquei durante quatro intensos anos, Brasil afora.

Qual a importância da participação de João Frade e Norton Daiello?
João Frade e Norton Daiello são dois enormes músicos e queridos companheiros nesta vertiginosa aventura musical.

Já trabalha com o Ney há vários anos. Ainda há espaço para surpresas?

O Ney é um incrível e único artista que sempre surpreende.

Quais são os seus projetos para o futuro?
O meu projeto é tentar sempre ser um músico mais completo, fiel e autêntico. Fazer a música em que acredito e ser feliz a toca-la.

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