COM MAIS SEGUIDORES QUE O LUDWIG VAN BEETHOVEN NA INTERNET, LUDOVICO EINAUDI É UMA PERSONAGEM INCONTORNÁVEL NA MÚSICA. TEM FÃS ESPALHADOS NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO E CONSEGUE JUNTAR À VOLTA SUA MÚSICA ADMIRADORES DE TODAS AS IDADES. VEM A PORTUGAL PARA UM CONCERTO ÚNICO, NO CAMPO PEQUENO, DIA 15 DE SETEMBRO.

Vem apresentar o seu mais recente trabalho Elements.
Gosto muito de Portugal, do sol, das praias, da comida e de visitar o Rodrigo Leão de quem sou amigo e é um excelente compositor. Gostava de ter mais tempo para poder vir aqui, mas como tenho de fazer a vontade à minha vida profissional isso nem sempre acontece.
Apesar de a sua formação ser clássica agora é uma celebridade universal. Como aconteceu isso?
Normalmente eu apenas quero que a minha música seja tão direta quanto a dos músicos não clássicos, como nas canções Rock. Quero que ela aproveite os mesmos sentimentos. Comparativamente, a música atual diz mais às pessoas do que dizia antigamente. Penso que essa é a razão.
Já editou 11 discos… vai haver mais?
Agora estou a viajar muito e não consigo o recolhimento necessário para compor de forma sistemática, mas sim, tenho já outro trabalho em men- te que está no seu processo de maturação. As ideias ainda não se forma- ram completamente e não atingiram a simplicidade necessária para que possa começar a trabalhar nelas mais a sério…
O que move Ludovico Einaudi para lá da música?
Já gravei um disco na Antártida como uma forma de chamar a atenção para os problemas do nosso planeta. É fundamental salvar a Terra. Só há um planeta e não podemos continuar a usá-lo de forma desregrada. Se este acabar não há outro.
Essa consciência que cresce com a idade…
Acho que devemos ter sempre preocupações ambientais, logo desde crianças… Mas a consciência de termos menos tempo compele-nos a pensar mais nos outros, no planeta, e no futuro depois de nós.

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