O projeto que apresentam no Teatro de Vila Real, dia 10 de fevereiro, é a “Dança da Chuva” que tenta pintar um retrato não tão distante da realidade.

O que aconteceria se de repente deixasse de chover? Não durante um mês, um verão ou um ano, mas para sempre? Esta é a pergunta que coloca a ‘Dança da Chuva’, um espectáculo onde convivem o teatro gestual, a dança, a manipulação de objectos e as marionetas. ‘Dança da Chuva’ trata de um tema sério através de uma encenação poética e visual. Os seus efeitos cómicos, plásticos e oníricos advertem e divertem o público familiar e infantil a partir dos 3 anos. O clima e os ecossistemas do planeta estão a mudar a um ritmo vertiginoso, provocando a extinção de diferentes seres vivos e causando movimentos migratórios inesperados. Esta é uma das principais razões pela qual a composição das nossas sociedades se está transformando. Esperamos que ‘Dança da Chuva’ estimule o debate no sentido de identificar causas e definir estratégias de futuro para o planeta.

 A Companhia Elefante Elegante começou como um projecto experimental criado por María Torres e Gonçalo Guerreiro no ano 2000. Este projecto viajou durante seis anos entre a Galiza, a Bélgica e Portugal e dele faziam parte vários atrizes e atores de diferentes países europeus. Cada um falava a sua própria língua nos espetáculos. A interpretação baseava-se no jogo corporal com o objetivo de desenvolver uma linguagem teatral universal. Estes anos de experimentação foram fundamentais para criar um universo estilístico próprio a partir do teatro físico e das artes plásticas e visuais.

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