Integral das Sinfonias de Brahms III chega ao teatro Thalia a 2 de junho. 

Após a imponência da primeira e a disposição bucólica da segunda, Brahms encontrou na terceira sinfonia um registo intermédio que sintetiza o melhor dos dois mundos. São páginas desenvoltas que convenceram os melómanos de Viena em 1883 e continuam a convencer os melómanos de todo o mundo nos nossos dias. Também escrita diante das paisagens do Vale do Reno, há quem lhe chame a Sinfonia Renana de Brahms, evocando um pretenso «diálogo» em jeito de homenagem com a Sinfonia N.º 3 de Schumann, datada de 1850. Bastante diferentes são os motivos de inspiração de que resultaram as duas outras obras que o maestro Pedro Neves irá dirigir neste programa. Oberon foi a última ópera do pioneiro do drama musical alemão, Carl Maria von Weber. A sua abertura orquestral evoca a magia e o exotismo de um enredo que conduz as personagens do Sonho de uma noite de Verão até Bagdad.

C. M. v. Weber Abertura da ópera Oberon, J. 306
F. Mendelssohn Concerto para Piano e Orquestra N.º 1, Op. 25
J. Brahms Sinfonia N.º 3, Op. 90

Solista: Marta Menezes (piano)
Maestro: Pedro Neves

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