Os americanos chamam ao acto de bater num electrodoméstico para o reparar de “manutenção percussiva”, os STOMP chamam-no de música. Caixas de fósforos, vassouras, canalização, barris, sacos de plástico, panelas, e muito mais, são os instrumentos musicais de preferência desta orquestra, que dos objectos do dia-a-dia desenvolveu este espetáculo musical e visual, com um toque humorístico, que já foi visto por mais de 12 milhões de pessoas em 55 países de 6 continentes.
Desde que foram fundados há 25 anos, já venceram inúmeros prémios na área do teatro e música, e, com actuações para publicidade e filme, nomeações para os Oscars e os Emmys. E, quem sabe, depois desta passagem por Lisboa, não consigam finalmente ganhar o tão desejado Globo de Ouro.
Elevam coisas que a maioria de nós consegue fazer, como dançar ou bater num balde, à arte, tudo isto através de coreografias complicadas e momentos alucinantes de percussão. Para além disso, é sempre descrito por quem o assiste como surpreendente noutro aspecto: a comédia. E, nem tem que se preocupar se não falar nenhuma língua estrangeira, os milhões de pessoas que já viram STOMP confirmam: a linguagem corporal é universal.
Em Londres, por exemplo, STOMP já mora em West End, área famosa pelos musicais, há 15 anos, com espetáculos diários bem concorridos. Agora é a vez da música inerente ao mundo que nos rodeia subir ao palco do Teatro BBVA, onde os ritmos frenéticos prometem agitar a capital.
O New York Times descreveu-o como “brilhante e engraçado”, o The Times como “impressionantemente poderoso”, mas tivemos contacto directo em exclusivo com o elenco de STOMP e confirmaram-nos: estão mesmo a morrer de curiosidade é com a opinião do público português.
STOMP estará por Portugal apenas por 6 dias, de 6 a 11 de Fevereiro . É provável que depois de ver este espetáculo chegue a casa e, até nas tarefas mais mundanas, detecte algum ritmo. Ou, pelo menos, algum humor.

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