Rui horta expõe uma peça sobre uma cabeça a explodir, sobre o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir.

Rui Horta, na dupla condição de voyeur, compõe o tétris do personagem em cena, desafiando a sua própria conceção do registo público e privado. Rui Horta é um veterano selvagem e, só essa condição lhe permite ter a ousadia e a obstinação de voltar ao palco após 30 anos sem marcar presença. Então, que seja. Que haja luz, fogo, dor e, sobretudo, corpo. Que haja um raio que ilumina e destrói. Mas que haja. Que seja. Uma vespa dentro da cabeça, um zumbido a roer o pensamento. Dia 19 de janeiro no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco.

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